Nudez
O nariz pipa, a pique, vomita o ego.
A máscara não dissolve
Nem absorve a arrogância.
Textos são asas.
Olhos, intérpretes da vida
E da falência da razão.
Palavras voam.
São roupas jogadas ao vento.
Autor: Carlos Alberto Fiore
Disponível em: http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=26041
The ruling of the heart
Há 4 semanas
8 espinhos:
Oi
Obrigado pela visita ao Casa de Paragens.
Muito legal o blog de vocês, vou linkar para ficar atento às novidades.
Quanto a enquete, acho que a poesia contemporãnea não ´se encaixa em nenhuma das respostas, ou em todas elas.
é a poesia possível de ser feita frente a longa tradição e a gritante pos modernidade que a gente vive.
abraços
Rubens
A poesia contemporânea é autêntica e tão clichê: escapa a dicionários - e toda a gente lê.
Olá Rubens!
Obrigada você também pela visita e por dar sua opinião...ela é muito importante para que possamos refletir sobre a arte de escrever, pois nos custa explicá-la. A modernidade, a industrialização, a correria da evolução, nos ensinou a nomeá-la por ser dividida em estilos. E teimamos em continuar.
Abraços.
olá moças
obrigado por entrarem na Caixa.
Parabéns por esta pertinente idéia do blog de vocês.
Vida longa a esta experiência.
bjs
[jb]
textos são asas!
Vim cá e ganhei ....
Não se diz parabéns,mas para-bens!
Sempre a surpreender!
anónimo
Quero então mtas roupas ao vento!
eu nem por isso, gostava de andar nu , nuzinho da silva , e dando poesia aqui e ali a quem viesse, tudo muito banal, rotineiro, e isto porque toda a gente anda semi-nua na língua!
Pois é! Quem escreve despe-se. Tira a máscara. Põe-se a descoberto. Lindo blog
Postar um comentário