domingo, 28 de outubro de 2007

Desmistificando a fala

Palavra lavrada
era uma pá de palavras
mas a pa-lavra de cara lavada
foi levada à fala.
Palavra em varal
passou pela língua
ninguém a notava.

Bateu no céu-da-boca e fugiu.

Cara de pau essa palavra!

16 espinhos:

Anônimo disse...

Desmistificando a palavra escrita , uma fala às carradas...
que trabalhão este , ahn, mas valeu ! Eu tenho de varrer meu vocabulário , mas o problema do entulho não é esse, é de quem mo pede... E então a palavra como poder é danada !
abraços

Halem Souza (Quelemém) disse...

Oi, na verdade estou, no momento, apenas retribuindo a visita que a Priscila fez ao meu blog, dias atrás. Estou lendo tudo com calma e depois volto com mais tempo. Um abraço.

Sol da meia noite disse...

Muito há a dizer acerca das palavras.
Eu acredito no poder delas. Apenas temos que saber usar a palavra certa...

Beijinhos!

Edson Loureto disse...

Ótima desmistificação, bem transada, inteligente. Abraços, meninas, volto outro dia para me deliciar mais e melhor.

Suzana Mafra disse...

Registro a segunda visita. Só para constar que sou pessoa de palavra e da palavra.
Abraços poéticos

Rodolfo disse...

Retribuindo uma visita da Priscilla, encontro este lugar que precisa ser explorado, há surpresas por todo lado!

Um abraço!

Edson Marques disse...

Aline,


Parabéns!

Juntar palavras assim, com tamanha genialidade, não é para qualquer um!

Abraços, flores, estrelas..

SAMANTHA ABREU disse...

Gostei!
Muito bom!


Adorei o texto!
Muito bom!



ps:
veja, hoje, "A Criação" no FALÓPIO:http://versosdefalopio.blogspot.com/

lau siqueira disse...

A princípio vc concorda comigo? Não, vc concorda comigo, por fim. rsrsrs
Apois!
bj
Lau

PS. POr 15 reauz, verás meu Texto Sentido. E ele será teu para sempre!
(não ligue, é puro marketing afetivo) rsrsrsrs

Douglas Tedesco disse...

Saudações, quero parabenizar o blog de uma forma geral, por todas as postagens,
é muito gostoso,
é eclético, tem de tudo dentro da literatura, estilos, formas, uma delícia, parabéns pela iniciativa, e estpou a fim de participar do garimpo semanal.
abraço, sucesso, visitem meu blog,
até!

Anônimo disse...

Caras , cinco espinhos
Gostaria de saber na vossa opinião. se Carlos Alves De Faria , é um poeta que valha a encomenda deste lado Atlântico!? ! O google não me ajuda muito, O meu abração !

Priscila Lopes disse...

Outro dia nos falaram sobre a Adília Lopes. Fomos atrás, nos apaixonados, consegui sua antologia.

Hoje outro anônimo cita um tal Carlos Alves De Faria. Procurei saber e, de fato, o Google não ajudou em nada. Em princípio, pensei que conhecesse, mas estava confundindo com o Álvaro. Ou foi você quem confundiu?

Não sei, não sei o que lhe(s) dizer sobre Carlos Alves De Faria.

Abraços!

Anônimo disse...

Cara Priscila, cara Aline
fui eu aquele anónimo que vos falou de Adília Lopes. Gostaram fiquei contente, mal ela sabe, apenas me cruzo com ela na rua e é tudo. Agradeço o vosso cuidado , e de facto, o poeta que procurava era Àlvaro, e não Carlos, esteve na casa Fernando Pessoa, mas isso não confere autoridade, não só a ele como a muitos. Reconheço que é complicado , perguntar por um poeta, nos termos com que o faço tanto mais que a blogoesfera é pública. Mas o meu desejo de conhecer poetas brasileiros, além dos apresentados pela academia, que nem sempre aprecio e outros que nos vão chegando , é escassa tacteio ás vezes no escuro . Atrevo-me e pergunto, só por isso .
Assim vou conhecendo e pelo mar e com meses vai-me chegando alguma coisa. Continuo a apreciar o que vão fazendo, e hoje tive a surpresa de um grande poema no vosso blogue. Apetece logo perguntar como adquirir a obra toda, pedir editora e incomodar os editores portugueses fazendo pedido. Deram-me a conhecer Quintana que gosto. Sou omnilivro-poeta. Às vezes vezes o orçamento não dá e há que esticar. Por tudo, se um dia passarem por Portugal, Lisboa honrá-las-ei com um porto, é um agradecimento. Um abraço e vou passando acreditem no anónimo.

Priscila Lopes disse...

Adoro suas visitas.

Não temos editora, não pertencemos a nenhum selo (ainda) não nos vendemos. Por falta de oferta, admito. Eu me venderia fácil se assim for preciso para chegar aos olhos de leitures tão cativos. Um dia quem sabe... e terei grande prazer em visitar Lisboa.

Aceito o porto.

Tenho uma dica de poeta não muito comentado por aqui (ao menos no sul), mas muito bom: Ruy Espinheira Filho. Escreve de tudo sobre-tudo. Porém, na internet encontrei textos dele mais "comportadinhos". Tenho dois ou três livros.

Tem outra. Essa é famosa, se você gosta da Adília aí e do Quintana aqui, tem de provar Ana Cristina César.

Abraços, a todos!

Aline Gallina disse...

Que bom que a Priscila citou a Ana Cristina Cesar como dica de leitura. Acredito ser a escolha certa (sou suspeita) para vossos olhos.
Agredeço as visitas e os comentários que tanto nos estimulam a continuar nesta "luta" da desmistificação da escrita.
Abraços.

Anônimo disse...

o meu obrigada a ambas pelas indicações dads ; tenho por onde me entreter. Já consultei o google amigo.
Abraços