quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

A dança da tansa

Olha a lambança que a tansa fez!
Deixou que lhe servissem de dedos
os anéis que sumiram.
Veja a dança que a coitada tem!
É de quebrar meu pescoço de ré
que lhe é bem-vindo.
Mas por que a moça desengonçada
insiste em brincar com a tinta no
papel pautado?
Seu construir é um tanto ousado
Para quem nem sabe o que é pintar.

5 espinhos:

Lunna Montez'zinny disse...

E será que não sabe mesmo?

Música disse...

Se foram os anéis e os dedos?
Puxa tô curtindo... Tô curtindo...
Beijos,
Estrela

Bianca Feijó disse...

é sempre assim, deixamos servir os dedos,e assim servido os aneis somem

Lindo poema!

Parabéns!

Beijos!

Lau Siqueira disse...

Olha só, a menina Priscila. Belo poema! Gosto dessas estridências literárias, é o que busco, aliás.
Bueno, ficamos num namoro e eu sem saber se vc vai ou não mandar o endereço pra receber seu Texto Sentido. Mande, poxa! beijo e bom domingo.
Lau

Priscila Lopes disse...

O poema é da Aline Gallina, Lau!