Os pingos nos “is” não vou pôr
e dispor em desacento ordenado.
Acima de cada palavra um pensamento.
Formação de continui-frase-dade em segmento
incomoda se no fim a distância aumenta
se palavra (en)curta a frase (a)tormenta.
Reconstitui o tudo por um novo
e as mãos suplicam reboco
do princípio a fuga não existe
é o começo indubitável
pintável
triste.
Feliz
no fim do agora é futuro.
Reescreve em partes cada etapa no escuro,
reflexões que cheias de “is” aparecem -
abaixo a importância dos pingos -
e deixo você pô-los dessa vez.
Construir frases simples e retas -
nada de listras ou xadrez -
Tudo mostrado nos mínimos, com mimos,
manual de explicações, setas,
Não deixar ninguém pensar...
E os pingos nos céus eu vou pôr,
para chover até que tudo acabe!
Pois de que me adianta viver assim?
Sem entusiasmo, com tanto detalhe?
Está jogado na face!
Tiraram a minha contemporaneidade – achei que ela não tinha fim.
The ruling of the heart
Há 4 semanas
6 espinhos:
olá, moça, e agora vc tem toda a extemporaneidade pra viver, vevemos nela, mar sem fundo, e, cacete, nos dizemos virtualmente, o que diríamos pessoalmente?
obrigado pela presença poética.
b
luis de la mancha.
Acredito que não haja nada mais poético e contemporâneo que eu possa acrestar do que "é nóis"!
Trocamos a caneta pelo teclado. Nossa gíria é dialeto. Como todas.
Olá!
Passei por aqui...
Gostei do blog...
Beijos pernambucanbaianos...
Germano.
www.clubedecarteado.blogspot.com
poeminha intrincado, hein? matemático, quase...
ei, passei pra priscila o convite pro sarau aqui na segunda-feira, apareça vc tb!
Aline,
Inicialmente agradeço sua visita no meu Blog - Jardim de Poesia, bem como, seu gentil comentário.
Gostei imensamente o seu espaço, é uma idíea muito interessante recheada, sem dúvida, de excelentes poemas.
Deixo o endereço do meu outro blog. Abraços,
Andréa
A acidez, e a língua fernia podem tirar até o senso poético das pessoas...
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