domingo, 9 de dezembro de 2007

as bordas do "bother"

Gostava de música internacional e lia
poemas de amor, antigos demais
para os sentimentos atuais.
Mostrei alguns dos meus,
- exigente que fui, ou ingênua? -
olhou do papel para o chão e, então,
disse me que não gostava de escritos que falassem
sobre escrever:
"É chato..."
Boring.

6 espinhos:

Marcos Carneiro disse...

Oi Priscila, valeu pelo elogio e pela visita. Desculpa a demora em responder, mas vc deve saber as "angustias" sobre o tempo q a gente vive hj em dia. ;-)

Ah, legal esse texto! Vou até apresentar o blog a um amigo meu q escreve tb.

Bjs

Kid disse...

Bom te achar (de novo!)

Não sei se irá lembrar, mas nos encontramos no começo do ano, lá no Recanto Das Letras.
Saí de lá porque não estava gostando muito da "exposição".

Preferi montar um blog e divulgá-lo só para algumas pessoas.
Mas ele é também para as que se dispõem a "garimpar textos".

Dê uma passada lá. Não tem muita coisa nova, mas estou cuidando disso...

Abraços!

AnaLua disse...

A realidade é sempre "boring" pra quem prefere se alienar... Feliz quem encontra encantamento, beleza e sonho no cotidiano!

Beijo

Rodolfo disse...

É curiosa esta tendência de quem escreve. Queremso falar sobre a natureza da escrita, da palavra. Há um fascìnio (causa ou conseqüência) que assola muita gente que escreve, mas nem tanto quem lê.
Talvez fique, para quem não se preocupa com estas coisas, como se fosse um tipo de "questionamento técnico"... e, portanto, desinteressante.
Já "poesia romântica" tem um tema que é meio universal, pelo menos no ocidente.
Sei lá... pode ser uma viagem, isso, mas foi o que consegui concluir, pensando nisso estes dias.
Um abraço!

Priscila Lopes disse...

Cito Caio Fernando Abreu:

"A vida tem caminhos estranhos, tortuosos às vezes difíceis: um simples gesto involuntário pode desencadear todo um processo. Sim, existir é incompreensível e excitante. As vezes que tentei morrer foi por não poder suportar a maravilha de estar vivo e de ter escolhido ser eu mesmo e fazer aquilio que eu gosto - mesmo que muitos não compreendam ou não aceitem."

Aline Gallina disse...

Wouldn´t bother me... se fossem todos como esse...